Ivanir Teixeira, conhecido no meio por Leiteiro ou Milk Boy, um dos grandes nomes do mountain bike brasileiro nos anos 1990, fará sua estreia com as e-bikes no fim de setembro

A última etapa da CIMTB em Congonhas, marca o encerramento da temporada, premiando os campeões em diversas categorias, mas para um ciclista, um velho conhecido do evento, a prova será o seu retorno à Copa Internacional de Mountain Bike.
Ivanir Teixeira Lopes, em seu começo de carreira era também chamado de Leiteiro – e depois ao se classificar para os Jogos de Atlanta’1996 para dar mais charme e torná-lo midiático alguns passaram a chamá-lo de Milk Boy, fará seu retorno à CIMTB, agora correndo de e-MTB na prova que acontece na “Cidade dos Profetas” entre 26 e 28 de setembro, no Parque Ecológico da Cachoeira.
Movido por desafios, Ivanir, o Leiteiro, escolheu a etapa de Congonhas para o seu retorno à competição, após dois anos fora da competição. Sua última corrida na CIMTB foi nessa mesma Congonhas, em 2023, quando correu e foi o vencedor do XCO na categoria Sub-55.
“Congonhas tem uma energia muito bacana. O bike park do Parque da Cachoeira é bem legal. Competi por lá na época em que a prova era realizada lá na Basílica, mas eu não me dava muito bem porque Maratona não era o meu estilo, pois não tenho tanta resistência. Já o XCO lá na pista de Congonhas é legal demais, e por ser explosão e técnica, acaba me ajudando”, explica Ivanir.
O retorno às competições em Congonhas, surgiu após uma conversa entre Ivan e Rogério Bernardes, o organizador da CIMTB. O Milk Boy comentou que tinha vontade de competir de e-MTB, e, após adquirir uma bicicleta a pedalada assistida na virada deste ano, o ciclista de 53 anos fez bons treinos e se adaptou ao estilo de pilotagem da e-Bike, confirmando sua participação na decisão da CiMTB.
“Minha carreira inteira foi feita dentro da Copa Internacional, desde a época da antiga Copa Ametur. Um evento que sempre foi voltado para o atleta. Sempre corremos as etapas, contando pontos nos rankings da modalidade e garantindo que tivéssemos a evolução necessária para competir mundo a fora”, relembra. “Teve uma vez que competi em Barbacena, e logo em seguida tive o Mundial. Ou seja, o timing era sempre perfeito para chegarmos nas competições lá fora e ter uma ótima performance”, complementa.
Mundo Bici Mundo Bici – Por George Panara