DESCENDO A SERRA DO RIO DO RASTRO NO GRAU

Mais um feito para a lista de recordes do curitibano Leandro Sekko: descer os 7 km mais duros da Serra do Rio do Rastro ‘no grau’, empinado e equilibrando-se apenas na roda traseira da bicicleta

Leandro Sekko desceu os 7 km mais dificeís da Serra do Rio do Rastro ‘no grau’
foto: Marcel Rodrigues

Desde 2017 ele já tem seu recorde publicado no Guiness Book quando pedalou por 12h1minuto6s4 com a bicicleta empinada, ou como se diz na gíria ‘no grau’.

O trabalho com a bicicleta em apresentações de wheeling bike por todo o Brasil levam Leandro Sekko, de tempos em tempos, a pensar em novos desafios, e neste caso foi um local icônico para os ciclistas brasileiros, a Serra do Rio do Rastro, porém no sentido contrário ao tradicional desafio.

“Sempre que saia para pedalar e costumava fazer alguns trechos de serra, gostava de brincar empinando. Comecei a pensar nisso, num desafio, mas não poderia ser qualquer uma, foi aí que me veio a Serra do Rio do Rastro, super conhecida e também bastante radical” explicou Sekko.  

Sekko fez 7 treinos na Serra do Rio do Rastro – foto: foto: Marcel Rodrigues

Se na descida ‘todo santo ajuda’ a ideia era complicar as coisas e fazer os 7 km mais duros do percurso, entre o Mirante de Bom Jardim da Serra e o Ecomuseu Serra do Rio do Rastro, em Lauro Müller, descendo apenas apoiado na roda traseira da bicicleta.

O projeto levou algum tempo para ser concretizado, tudo foi feito de forma estudada e com muito trabalho de condicionamento físico com apoio logístico, além disso o evento serviu também para promover o turismo na região dando a merecida exposição à Serra.

Na descida controlar a bicicleta na pista molhada foi mais um desafio

“Fui ao local treinar sete vezes e sofri vários problemas mecânicos, com o freio e a marcha, e também senti a parte física, com câimbras, pois exige bastante dos braços”, explicou Leandro Sekko.

O desafio aconteceu no último dia 25 de outubro e envolveu  seus patrocinadores:  Pro Tork e a WD-40 e também contou com apoio do Movimento pelo Turismo de Lauro Müller/SC e da Qualità veículos que forneceu os carros que fizeram a escolta do ciclista.

Ao final do percurso Sekko e com o objetivo alcançado Leandro comentou: “Sabia que não seria simples, havia feito vários treinos no local sem conseguir cumprir. Me preparei melhor e resolvi encarar. O desafio era para começar às 7h, mas devido a neblina larguei às 9h. A pista estava molhada e escorregadia. Tive câimbras na metade e o freio falhou no final”, mas já sinaliza que está pensando em um novo desafio.

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